Uso do dinheiro físico vem caindo no Brasil e país já é o 4º do mundo em pagamentos pelo celular

O uso do dinheiro físico vem caindo no Brasil e, segundo dados da consultoria Statista, o país já é o quarto país no mundo em pagamentos pelo celular.

Assim, segundo os dados da consultoria, o Brasil fica a frente de nações como Coreia do Sul e Suécia, nações com tradição em pagamentos digitais.

Porém, a frente do Brasil ainda estão Reino Unido,  EUA e China.

China lidera

No entanto os dados revelaram a imensa diferença da China para com o resto do mundo.

Sozinha a nação processa mais pagamentos “sem dinheiro” do que todos os demais “top 1” juntos.

Só na China são cerca de US$ 755, 5 bilhões em pagamentos pelo celular, ja nos Estados Unidos são US$ 357,5 bilhões, seguido pelo Reino Unido, US$ 45,8 bilhões e Brasil US$ 22,3 bilhões.

Entretanto os números da China podem crescer ainda mais, aponta a pesquisa, citando a digitalização do dinheiro no país com o Yuan Digital.

A criptomoeda da China já está em fase de testes e deve ser lançada oficialmente até o final do ano.
 

 

‘Fim do dinheiro’ no Brasil

Enquanto a China caminha para digitalizar seu dinheiro por meio de uma versão digital criptografada, no Brasil, o caminho adotado pelo Banco Central passa pela integração entre fintechs e o Sistema Financeiro tradicional.

Assim, o BC pretende fazer esta integração por meio principalmente de duas iniciativas, o PIX e Open Banking.

Durante o lançamento do PIX o presidente do BC, Roberto Campos Neto, salientou o novo sistema como um potencial eliminador do dinheiro.

“(PIX e Open Banking) vão ser uma ajuda muito grande também na forma de desintermediar essa necessidade de as pessoas terem dinheiro físico”, disse Campos Neto.

Para Campos Neto, o mundo demanda um novo instrumento de pagamento.

“(…) que seja ao mesmo tempo barato, rápido, transparente e seguro. Se nós pensarmos o que tem acontecido em termos de criação de moeda digital, criptomoedas, ativos criptografados, eles vêm da necessidade de ter esse instrumento, com essas características, barato, rápido, transparente e seguro” destacou.

Dinheiro será obsoleto

Para Alexandre Pinto, diretor de Inovação e Novos Negócios da Matera, o futuro dos pagamentos não será feito nem por meio de QR Code, NFC, ou cartões físicos.

Assim, segundo ele, o dinheiro físico está com os dias contados e seu destino é ser obsoleto.

Entendendo o dinheiro como tecnologia ele será substituído por outra que atenda melhor os requisitos de uma nova era.

“Finalmente, o surgimento de novos tipos de e-wallets que fazem uso mais intenso de biometria, ou até mesmo com chips implantados no corpo, despertará preocupações pertinentes sobre privacidade e segurança (…) Como consequência, cartões, dinheiro em espécie e celulares como meios de pagamento terão o mesmo destino dos CDs/DVDs, telefones fixos e aparelhos de fax”, disse

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