Melhor da Semana: as taxas do PIX, Mercado Bitcoin contra os bancos e troca de informações entre CVM e Receita Federal

A semana foi de rali para o Bitcoin, que mostrou força ao bater na forte resistência de US$ 12.000, mantendo agora um suporte nos US$ 11.400.

A maior altcoin, o Ether, também teve semana de continuação de alta, até bater também na resistência de US$ 400, testando algumas vezes a força do rali para consolidar depois nos US$ 370.

Nos mercados tradicionais, o ouro bateu seu preço máximo e passou dos US$ 2.000, acompanhado de perto pelo Bitcoin. O dólar, por outro lado, dá sinais de fraqueza e leva consigo uma série de moedas nacionais.

O Líbano, que sofreu uma explosão catastrófica que destruiu metade de Beirute, é um dos países com moeda mais desvalorizada em 2020. Com a pandemia atingindo o país e uma crise política que se arrasta há anos, fica a pergunta como o importante país do Oriente Médio vai se reerguer.

Especialistas especulam se o Bitcoin não poderia ter um papel importante para o país.

Brasil e pagamentos digitais

No Brasil, a expectativa para o lançamento do sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, o PIX, também seguiu movimentando o mercado. Na matéria mais lida do Cointelegraph Brasil, o BC revelou que o sistema cobrará 1 centavo a cada 10 transações.

O mesmo Banco Central entrou em acordo com as emissoras de cartões de crédito Visa e Mastercard para os pagamentos via WhatsApp. 

O BC também se reuniu nesta semana com a Ripple para debater a regulação do mercado de criptomoedas no Brasil e também com representantes do Facebook.

Entre os órgãos financeiros também muito importantes do Brasil, a CVM e a Receita Federal acertaram uma parceria para trocar informações entre si. A CVM também revogou mais de 180 normas em desuso e quer simplificar as regras para ter apenas 40 orientações até 2021.

O deputado que propôs o fim do real e o lançamento de uma moeda digital do país defendeu nesta semana que a recém-anunciada nota de R$ 200 pode sair de circulação já em 2021.

No mercado cripto brasileiro, a maior stablecoin lastreada em real, a BRZ, chegou a um suprimento de 35 milhões de tokens.

Já a maior exchange do país, a Mercado Bitcoin, que lançou a negociação da stablecoin lastreada em ouro Paxos Gold, abriu uma representação no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) contra os principais bancos do Brasil, entre eles Itaú, Santander e Caixa.

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