Crescimento dos protocolos DeFi já supera bancos médios do Brasil

As mudanças do sistema financeiro e a adoção de tecnologias inovadoras tem levado os bancos no Brasil a enfrentarem por os mais variados desafios, em especial diante do crescimento das fintechs e de pagamentos digitais.

O setor bancário no Brasil, muitas vezes criticado por ser avesso a riscos, hoje tem de enfrentar a concorrência de bancos digitais e fintechs, que devem se beneficiar do open banking em breve.

Em um recente post no LinkedIn, Alexandre Vasarhelyi, gestor da BLP Asset, destacou o crescimento exponencial dos protocolos DeFi e no tamanho da riqueza acumulada nessas plataformas financeiras descentralizadas.

De acordo com dados divulgados pela DeFiPulse, os protocolos descentralizados, já acumulam o montante de US$ 1 bilhão em média em seus protocolos.

Screen Capture_20200702142041

Imagem: DeFiPulse

A BLP Asset já possui no portfólio de alguns de seus fundos tokens nativos de algumas plataformas DeFi, tais como: Maker (MKR), Chainlink (LINK) e Keep (KEEP).

Ainda não estão investindo no COMP da Compound por considerá-lo pouco estável, de acordo com carta mensal divulgada pela BLP Asset.

Protocolos DeFi já são maiores que bancos médios brasileiros

A Compound é a plataforma DeFi mais utilizada no mercado de criptoativos, tendo recentemente lançado seu token nativo e de governança, o COMP. O valor empenhado na plataforma de finanças descentralizadas Compound aumentou após a introdução do seu token de governança.

O token é baseado na blockchain Ethereum e é distribuído aos usuários que interagem com o protocolo – por meio de empréstimos ou financiamentos.

Isso fez com que alguns usuários emprestassem e proveram liquidez ao sistema o máximo possível para obter tokens COMP, que atualmente são negociados acima de US$ 230.

Screen Capture_20200702145415

Os protocolos já acumulam milhões de dólares empenhados em empréstimos nas plataformas, fazendo com que o valor de mercado das plataformas supere  o valor sob custódia em bancos digitais brasileiros de médio porte como Nubank, Banco Inter, entre outros.

Segundo dados da ANBIMA de maio de 2020, o banco com mais ativos sob sua gestão no mercado doméstido do Brasil é o Banco do Brasil, com R$ 991 bilhões, seguido por Itaú (R$ 761 bi) e Bradesco (R$ 748 bi). Entre os médios, poucos passam da faixa de R$ 1 bilhão.

LEIA MAIS

Artigo

Leave a Comment

  • bitcoinBitcoin (BTC) $ 47,117.00
  • ethereumEthereum (ETH) $ 1,495.38
  • binance-coinBinance Coin (BNB) $ 232.04
  • tetherTether (USDT) $ 0.995787
  • cardanoCardano (ADA) $ 1.08
  • polkadotPolkadot (DOT) $ 31.21
  • xrpXRP (XRP) $ 0.427150
  • litecoinLitecoin (LTC) $ 179.18
  • chainlinkChainlink (LINK) $ 24.91
  • bitcoin-cashBitcoin Cash (BCH) $ 498.38