A queda no preço do Bitcoin também afetou o desempenho de produtos de investimento relacionados a indústria de criptomoedas, como é o caso das ações da Coinbase que, desde a sua estreia na bolsa americana, estava no top 3 da preferência dos brasileiros quando o assunto era investimento em papéis de empresas listadas na Nasdaq.

Contudo, segundo levantamento divulgado pela corretora Stake, a incerteza com relação à indústria de criptoativos no curto prazo, entre outros fatores, podem ter ajudado a diminuir o apetite dos investidores nacionais com relação à exchange de criptomoedas.

Assim, ela deixou o Top 3 cedendo espaço para Apple, Microsoft e Tesla.

Apple

A Apple aparece no segundo lugar do ranking de ações mais negociadas pelos clientes brasileiros da Stake. A marca da maçã é uma das prediletas diante de sua qualidade e inovação em se tratando de  produtos de alta tecnologia.

Os resultados financeiros do primeiro trimestre do ano fiscal de 2021 (que terminou em 26 de dezembro de 2020) foram animadores para os investidores: a empresa registrou recorde histórico de receita no valor de US$ 111,4 bilhões, aumento de 21% em comparação aos anos anteriores, e lucro diluído de US$ 1,68 por ação, que corresponde a um aumento de 35% no mesmo período. As vendas internacionais representaram 64% da receita do trimestre.

“Para o investidor, comprar ações da Apple não significa apenas se tornar sócio de uma das maiores fabricantes de celulares do planeta, mas também investir na inovação e o pioneirismo que estão presentes no DNA da empresa.”, destacou a Stake

Microsoft

A Microsoft é uma das primeiras e mais tradicionais big techs do mundo. Fundada por Bill Gates e Paul Allen em abril de 1975, praticamente foi responsável por substituir as máquinas de escrever e os mimeógrafos dos escritórios.

“O grande sonho dos rapazes era justamente que todas as mesas de todos os escritórios e todas as casas tivessem um computador.  Se à época isso parecia utópico ou cena de filmes de ficção científica, hoje essa realidade parece cada vez mais iminente, e a empresa não para de crescer!”, destacou a Stake

No primeiro trimestre de 2021, a companhia apresentou faturamento de US$ 41,7 bilhões, número que representa alta de 19% em relação ao mesmo período do ano passado.

O lucro líquido da empresa atingiu US$ 15,5 bilhões, crescimento de 44% em relação ao 1º trimestre de 2020 e os papéis da empresa acumularam valorização de 50% no ano passado. Em seu último balanço, a divisão de computação em nuvem Azure cresceu 50% no trimestre, avançando sobre a AWS da Amazon, gigante que domina o setor.

Entre as novidades da Microsoft, a mais aguardada é uma possível  nova edição do Windows, o Windows 11. Mais do que uma “atualização do WIndows 10”, a nova versão deve trazer novas funcionalidades, além de uma Windows Store remodelada e um rejuvenescimento da interface gráfica e iconografia. 

Tesla

A empresa fechou o 1º trimestre de 2021 com lucro de US$ 438 milhões, ante US$ 16 milhões do mesmo período no ano passado — alta de 2.638%.

Este é o sétimo trimestre de lucro da companhia. Além disso, a Tesla apresentou receita líquida de US$ 10,4 bilhões (alta de 74% no mesmo período do ano passado) e vendeu um total de 184 mil veículos, sendo 180 mil dos modelos 3 e Y.

O resultado foi impulsionado, também, pelas reduções no custo dos veículos elétricos e, ainda, pela venda de bitcoins, que gerou um impacto positivo de US$ 101 milhões depois de a empresa ter desembolsado US$ 1,5 bilhão na moeda digital em janeiro deste ano.

Outro fator que contribuiu foi a venda de créditos de carbono para outras montadoras, cuja receita foi de US$ 518 milhões.

Entre as novidades esperadas ainda para 2021, estão as inaugurações de fábricas no Texas e em Berlim. A montadora possui fábricas apenas na Califórnia e em Xangai.

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