O Brasil é o maior mercado de startups da América Latina, com 7 das 10 empresas emergentes de tecnologia mais valiosas da região, todas avaliadas acima de US$ 1 bilhão, chamadas de unicórnios.

Segundo um levantamento do portal The News, a América Latina hoje reúne um ecossistema de 1.005 startups com investimentos superiores a US$ 1 bilhão, formando um valor de mercadod e US$ 221 bilhões.

As startups brasileiras dominam o Top 10 da região, com sete unicórnios no Top 10 do ranking e 16 unicórnios no total, seguida pela velha rival Argentina, que hoje reúne 5 startups avaliadas acima de US$ 1 bilhão.

A liderança na região é da fintech brasileira Nubank, um unicórnio avaliado em US$ 30 bilhões e que tem conquistado cada vez mais espaço na região, rivalizando com gigantes bancários.

Outra brasileira, a QuintoAndar, é a segunda colocada com avaliação de US$ 4 bilhões, seguida pela mexicana Kavak (US$ 4 bilhões) e pela colombiana Rappi (US$ 3,5 bilhões). O Top 5 fecha com outra brasileira, a Wild Life, dedicada ao desenvolvimento de games mobile e avaliada em US$ 3 bilhões. A partir daí, chama atenção o domínio de empresas de criptomoedas na América Latina.

Outro relatório, o 2021 Global Fintech Rankings, destacou a cidade de São Paulo como principal sede de startups financeiras na América Latina. A capital paulista já é o quarto maior ecossistema de fintechs do mundo, perdendo apenas para San Francisco, Londres e Nova York.

Na região latino-americana, São Paulo supera Montevideo, Cidade do México, Bogotá, Buenos Aires e Santiago, respectivamente. As capitais brasileiras Belo Horizonde (7a.), Rio de Janeiro (10a.), Curitiba (11a.), Porto Alegre (12a.), Florianópolis (16a.) e Brasília (17a.) também formam o ranking.

Startups de criptomoedas se destacam no Top 10

O ranking de startups mais valiosas da região chama atenção pela presença de três empresas de criptomoedas, comprovando o rápido crescimento do criptomercado entre as nações latinoamericanas.

A exchange mexicana Bitso, que chegou recentemente ao Brasil, aparece na sétima colocação com avaliação de mercado de US$ 2,2 bilhões. Em maio de 2021, a Bitso anunciou um investimento de US$ 250 milhões em uma rodada de Série C com participação de gigantes como a Pantera Capital.

Ela é seguida pelo banco digital brasileiro C6 Bank, que tem uma conta digital e recentemente revelou planos de ampliar a oferta de investimentos em criptoativos para seus clientes. O C6 Bank já é parceiro da gestora Hashdex e oferece investimentos no ETF de criptomoedas da B3. Atualmente o banco é avaliado em US$ 2,1 bilhões.

Com uma avaliação também de US$ 2,1 bilhões mas logo atrás do C6 Bank vem a exchange brasileira Mercado Bitcoin, considerada a maior empresa de criptomoedas da América Latina.

A exchange brasileira recebeu mais um investimento na última semana, desta vez do gigante financeiro Softbank, que comprou 10% da companhia e elevou a avaliação para o atual montante bilionário. No fim de 2020, a fintech havia também recebido US$ 200 milhões em rodada liderada pelos fundos GP Inova, Parallas e Sublimis.

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