Bancos argentinos usam tecnologia blockchain RSK para rastrear pagamentos

Um consórcio argentino de bancos e empresas de tecnologia sob o patrocínio do Banco Central da Argentina está promovendo um programa piloto implementando blockchain. O sistema seria usado para lidar com solicitações de débito direto em conta.

O piloto foi anunciado em 21 de abril pelo IOV Labs, o desenvolvedor da blockchain RSK. A empresa faz parte da Mesa Redonda de Inovação Financeira de 2019, que também inclui o Grupo Sabra, o Banco da Província de Córdoba, BBVA, ICBC, Banco Santander e outros.

O grupo trabalha há vários meses desde o final de 2019 para criar um sistema que rastreie as transações da conta bancária por meio do que o IOV alega ser uma rede descentralizada.

Especificamente, o sistema blockchain lidará com transações de débito direto para clientes, onde o pagamento é iniciado pelo destinatário dos fundos e não pelo remetente. Através da blockchain, o grupo é capaz de rastrear as reivindicações entre diferentes participantes, como bancos, câmaras de compensação e agentes financeiros. Neste piloto, a blockchain resolve o principal problema de mensagens entre entidades, criando uma rede corporativa descentralizada.

Embora o sistema já exista e seja utilizável, o objetivo do IOV Labs é fornecer uma alternativa mais simples e mais eficiente à liquidação tradicional.

A solução está sendo testada pelos bancos participantes desta iniciativa. Quando o piloto terminar, eles decidirão se a rede deve ser ampliada com outros participantes ou aplicativos adicionais.

RSK é uma sidechain de contrato inteligente

A rede RSK é, sob muitos aspectos, um concorrente da Ethereum, mas, em vez de criar uma rede independente, pega carona no Bitcoin (BTC).

O token nativo da rede é uma versão agrupada do BTC, embora também tenha seu próprio token chamado RIF. O Bitcoin chega à rede através de uma ponte “federada” supervisionada por entidades específicas. Isso é semelhante a muitas versões do Bitcoin ‘embrulhado’ no Ethereum.

Recentemente, a RSK tentou alcançar a Ethereum em termos de funcionalidade financeira descentralizada. Ele hospeda dois projetos algorítmicos de stablecoin, Money on Chain e o RIF on Chain, lançado recentemente.

Como o Cointelegraph relatou em fevereiro, a RSK também lançou uma ponte para o Ethereum, que permite trocar qualquer token entre as duas redes.

A colaboração com o grupo financeiro argentino pode ser vista como uma expansão para o território empresarial da blockchain, atualmente ocupado por projetos como Ethereum Enterprise Alliance, Corda e Hyperledger.

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