Após golpe com Bitcoin e ameaça de morte em caso, Ronaldinho Gaúcho pode pagar R$ 265 mil e deixar prisão

A prisão do jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e do irmão no Paraguai pode chegar ao fim. Após cinco meses atrás das grades, existem 90% de chances dos dois ganharem liberdade, segundo a defesa dos irmãos Assis.

Preso no Paraguai por porte de documentos falsos, o craque está cumprindo regime de prisão domiciliar e pode retornar ao Brasil nas próximas semanas, de acordo com o ESPN. No entanto, existem chances do jogador ser libertado junto com o irmão pelo Ministério Público do país vizinho ao Brasil nas próximas semanas.

Recentemente, a empresária responsável por levar os irmãos Assis para o Paraguai revelou que sofreu ameaças de morte. De acordo com a proposta, os dois devem pagar cerca de R$ 360.000 para deixarem a prisão.

Além disso, Ronaldinho Gaúcho é acusado de associação com um golpe que envolveu investimentos em Bitcoin. O negócio foi considerado uma pirâmide financeira e utilizava o nome do jogador para atrair investidores.

Ronaldinho Gaúcho pode ser solto

Na última segunda-feira (3), a defesa de Ronaldinho Gaúcho apresentou uma proposta para o jogador deixar a prisão. Caso seja aceita a proposta, o craque será colocado em regime de liberdade condicional, e pode ainda responder pelos documentos falsos encontrados com ele.

O mesmo pedido vale para o irmão do jogador de futebol, o empresário Roberto Assis que também foi preso com documentos falsos. Dessa forma, os irmãos podem deixar a prisão nas próximas semanas, ainda em agosto de 2020.

Para deixarem a prisão, os dois podem assumir a culpa pelos documentos falsos encontrados. Além disso, uma proposta de pagamento de “reparação social” está nos planos da defesa de Ronaldinho Gaúcho.

De acordo com a proposta, Roberto Assis apresentou uma “reparação social” de cerca de US$ 50.000 para deixar a prisão. Assim, o empresário teria registro criminal no Paraguai.

Por outro lado, o ex-jogador de futebol da seleção brasileira pagaria US$ 20.000 para o acordo com o Ministério Público paraguaio. Os dois irmãos devem apresentar residência fixa no Rio de Janeiro. No entanto, posteriormente Ronaldinho Gaúcho tentará fixar residência em Barcelona, na Espanha.

Ameaça de morte e golpe com Bitcoin

O caso envolvendo Ronaldinho Gaúcho aponta o envolvimento da empresária paraguaia Dália López como responsável por levar os irmãos Assis até o país. A justiça paraguaia investiga a participação de López no processo de emissão e entrega dos documentos falsos.

Porém, antes de ser ouvida pelas autoridades, a empresária relata que sofreu ameaças de morte. Considerada foragida, ela também disse que não se apresentará à Justiça devido ao Coronavírus.

O advogado de Dália López afirma que “existe um preço pela cabeça” da empresária paraguaia, em entrevista veiculada pela Época.

“Eles querem tirar Dália do caminho porque ela trabalha com a lei. Sempre exigimos garantias dentro do processo.”

Enquanto isso, no Brasil o jogador de futebol pode responder judicialmente por envolvimento com um esquema com Bitcoin. Prometendo lucros acima de média o mercado, a Ronaldinho 18k utilizava até o nome do craque para promover o negócio.

Após deixar de pagar os clientes, usuários decidiram processar a empresa que investia em Bitcoin. Sendo que Ronaldinho Gaúcho aparece como réu em um dos processos relacionados ao esquema. Nesse caso, a ação judicial pede R$ 300 milhões em indenização para 150 investidores lesados com o golpe com Bitcoin.

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