O halving do Bitcoin está chegando e existem inúmeros motivos para a criptomoeda alcançar US$ 10 mil nas próximas semanas, após a recompensa na atividade mineração ser reduzida pela metade no dia 10 de maio de 2020.

Segundo previsões, o mercado aguarda por uma valorização expressiva do Bitcoin após o halving. No entanto, antes da redução o preço da criptomoeda também pode se valorizar graças a esses seis motivos, confira:

1. Impressão de dinheiro dos EUA

O preço do Bitcoin também pode sofrer reações de ativos que não fazem parte do mercado de criptomoedas, como é o caso do dólar norte-americano. A moeda será impressa pelos Estados Unidos para combater a crise econômica causada pela propagação do novo coronavírus.

Ao todo serão US$ 2 trilhões impressos para aquecer a economia dos EUA que pode entrar em recessão. Incentivos fiscais como esse tende a impulsionar o preço do Bitcoin como sendo uma reserva segura e limitada, além de afetar a liquidez do dólar norte-americano.

Enquanto o dólar norte-americano pode ser emitido de forma ilimitada, o Bitcoin possui uma emissão total de 21 milhões de unidades que nunca pode ser alterada.

2. Stablecoins também afetam criptomoeda

Nos últimos anos o preço do Bitcoin já sofreu um enorme impacto com a emissão de stablecoins no mercado. A entrada desse tipo de token favorece o preço da criptomoeda, que pode ultrapassar US$ 10 mil antes do halving de 2020.

Neste ano, a emissão de stablecoins deram um importante salto nos últimos meses. Além de novos tokens surgindo a todo instante, cerca de US$ 1 bilhão deles foram cunhados recentemente e entraram no mercado de criptomoedas.

Essa emissão pode reverberar em uma onda de valorização para o Bitcoin antes do dia 10 de maio, quando acontece o terceiro halving da criptomoeda.

3. Halving aumenta procura no Google

A cada quatro anos a emissão do Bitcoin para recompensa na atividade de mineração sofre uma drástica redução. Em 2020, cada bloco minerado após o halving receberá 6,25 (BTC) como recompensa, ante 12,5 unidades que são distribuídas até então pela rede.

O evento é considerado de extrema importância para a criptomoeda, que já vivenciou dois halvings desde que foi criada. Essa importância é tão grande que a procura pelo termo halving ultrapassou as buscas por Bitcoin no Google.

A busca pelo Bitcoin e pelo evento que reduz a recompensa na mineração demonstra que existe um grande interesse na criptomoeda antes do halving acontecer.

O aumento da procura por Bitcoin no Google, e até mesmo pelo termo halving, pode desencadear uma onda de valorização que pode terminar em valores acima de US$ 10 mil.

4. Preço continua acima da Média Móvel Simples

O preço do Bitcoin pode chegar em US$ 10 mil também graças a análise gráfica do comportamento da criptomoeda no mercado. Dentre inúmeros índices existem as médias móveis, que são utilizadas como parâmetros comparativos de preço.

A Média Móvel Simples de 50 dias (MMA 50) pode apresentar indícios sobre como o preço do Bitcoin deve se comportar. Atualmente a cotação da criptomoeda está por volta de US$ 7 mil, o que representa um valor acima dessa média de 50 dias, que está registrando cerca de US$ 6.900.

Esse dado pode ser traduzido como uma resistência com forte tendência a valorização. Sendo assim, esse seria outro forte motivo para o Bitcoin chegar em US$ 10 mil.

5. O petróleo ‘derramado’

Quem acreditava que o petróleo era um ativo seguro teve que rever esse conceito com a recente queda da commodity no mercado. Conforme noticiou o Cointelegraph, o preço do barril de petróleo esteve negativo amargando uma queda de 306% nesta última segunda-feira (20).

Historicamente, nunca o petróleo caiu tanto quanto na última desvalorização desta semana, demonstrando que até mercados considerados “confiáveis” podem ruir. O enfraquecimento da cotação também pode favorecer o preço do Bitcoin, já que o mineral é comercializado através de contratos futuros que podem causar um novo crash nesse mercado.

6. Mineração demonstra poder

Os mineradores de Bitcoin são a categoria no mercado de criptomoedas que serão mais afetados pelo redução que está chegando. A atividade de mineração continuará a mesma após o halving, o que mudará é o valor atribuído como recompensa para cada bloco minerado.

Três semanas antes do halving acontecer e a mineração demonstra robustez suficiente para suportar o evento de redução. A taxa hash, que é capaz de medir o poder de mineração da rede do Bitcoin, aumentou nos últimos dias em 64% em comparação a março.

O aumento da taxa hash também pode ser um indicativo para uma tendência de valorização do preço do Bitcoin. São motivos como esse que podem fazer a criptomoeda ser avaliada em US$ 10 mil antes mesmo do halving acontecer.

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